terça-feira, 18 de janeiro de 2011

NOTA DA FENECO SOBRE OS ATOS ESTUDANTIS CONTRA O AUMENTO DAS PASSAGENS


Meu irmão se liga
No que eu vou lhe dizer
Hoje ele pede seu voto
Amanhã manda a polícia lhe bater


  Todo os anos no período de férias observamos as mesmas cenas se repetirem de norte a sul do país. Estudantes e trabalhadores saem as ruas em protesto contra o aumento de passagens.               
 Este ano não foi diferente, é só passar as festas que o Movimento Estudantil se organiza para ir as ruas, pois um novo aumento é anunciado. Tais atos porém, muitas vezes acabam de forma lamentável, com estudantes agredidos por aqueles que deveriam nos proteger. Foi assim na semana passada, quando estudantes de João Pessoa se organizavam para o segundo grande ato do ano contra o aumento de passagem, a favor do passe livre. Mas dessa vez os empresário do transporte público decidiram revidar e colocaram seus capangas, organizados no sindicato, contra os estudantes. As cenas são impressionantes, trabalhadores das empresas de ônibus, com justificativa de defender seus empregos, partem para cima dos estudantes com uma violência inimaginável. Foi nesse ato que um militante da FENECO foi agredido e teve que se ausentar da manifestação. Em nenhum momento os estudantes tinham como objetivo um confronto contra os trabalhadores do transporte público. Ao contrário, pensamos que estes devem se unir a nossas manifestação.
Nossa solidariedade se estende também aos estudantes de São Paulo, que tiveram suas mobilizações duramente reprimidas pela polícia militar. Em cenas também impressionantes podemos ver policiais atirando a “queima roupa” contra os estudantes e com armas letais em punho. Nos deparamos aí com tamanha violência e percebemos mais uma vez, em muitas cidades, o Estado repressor aliado aos empresários de transporte não somente no momento de sancionar um novo aumento. Estes gestores públicos tem suas campanhas patrocinada pelos empresário que passada as eleições cobram atitudes como essa.
Nesse momento de dor e revolta, fazemos um chamado a todos e todas estudantes de economia. Lutemos pelos nossos direitos, TRANSPORTE PÚBLICO não deve ser tratado como mercadoria. O transporte coletivo é fonte de muito dinheiro para empresários, propaganda para políticos, e principalmente uma forma de excluir a maior parte da população. As grandes empresas de ônibus têm monopolizado os serviços de transporte, onde as prefeituras entregam nas mãos dos empresários a gerência do sistema de transportes.
É nosso direito, garantido na constituição de ir e vir. Mais do que lutar contra os aumentos (quase todos abusivos, muito acima de inflação e sem correspondente na melhora do serviço) temos que lutar a favor do PASSE LIVRE e pela municipalização das empresas de transportes. Em capitais como Porto Alegre, onde a passagem custa R$ 2,45, trabalhadores e estudantes que moram na periferia são obrigados a gastar enormes quantias para se deslocar ao centro da cidade.
 A FENECO desde seu encontro em Florianópolis em 2009, palco de grandes manifestações sobre o transporte público, vem realizando em seus espaços discussões (através de GTs, mesas e debates) sobre mobilidade urbana. Alem disso, todo ano fazemos um chamado às entidades para construção de atividades durante o 26 de outubro (dia nacional de luta pelo passe livre). Tais estudos e discussões só evidenciam a necessidade de nos organizarmos e agirmos.
 A hora é agora. Vamos transformar nossa dor em revolta. Podemos construir um transporte que não exclua ninguém. Podemos e devemos decidir como o sistema deve funcionar. Procure em sua cidade participar dos atos e mobilizações. Somente unidos venceremos o inimigo.

                        Federação Nacional de Estudantes de Economia, 17 de Janeiro de 2010

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

REPRESSÃO BRUTAL A ESTUDANTES EM SP.

Manifestação pacífica contra o aumento do ônibus termina com violenta repressão policial.
13/01/2011 às 22:49 

A manifestação marcada para a tarde de hoje contra o aumento da tarifa de ônibus, organizada pelo Movimento Passe Livre de São Paulo, começou com clima de descontração. Muitos estudantes e militantes de diversas entidades cantavam e tocavam com muita animação. Após sair pacificamente em passeata, os cerca de mil manifestantes percorreram diversas ruas do centro da cidade divulgando a luta para a população.
Ao chegar à praça da República, no entanto, os presentes viram um pequeno tumulto com policiais transformar-se em desculpa para o início de agressiva repressão, majoritariamente pela Força Tática. A violência atingiu rapidamente maiores proporções, apesar das tentativas dos manifestantes de se reunir e retomar a caminhada pacífica. Bombas de gás lacrimôgenio e de efeito-moral foram lançadas indiscriminadamente contra o protesto, assim como atiradas balas de borracha, que atingiram até mesmo repórteres e fotógrafos. Sprays de pimenta e cassetetes também foram usados para agredir diversas pessoas. Apesar de apenas uma pessoa ter sido detida durante o ato, outras 30 foram presas um bom tempo após a dispersão, enquanto caminhavam pelo centro em grupos menores e procuravam conhecidos. As 31 encontram-se encarceradas no 3º DP. Até agora foram contabilizados cinco feridos.
O Movimento Passe Livre de São Paulo marcou para o próximo sábado (15) um debate com tema ?Por que lutar por um transporte público?? às 15h no espaço Ay Carmela! (R. Das Carmelitas, 140 ? Sé). A próxima manifestação foi convocada para o dia 20 de janeiro (quinta-feira), com concentração às 17h na esquina da R. da Consolação com a Av. Paulista.
FONTE:www.midiaindependente.org 
Email para contato: mpl-sp @ riseup.net


O QUE PODEMOS ESPERAR EM PORTO ALEGRE NO AUMENTO DAS PASSAGENS???

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Estudantes fazem protesto no Centro de Joinville contra o aumento da passagem de ônibus


Iran Correia
Houve passeata pelas ruas centrais para reivindicar a revogação do reajuste de 10,87% concedido pela Prefeitura às empresas concessionárias

João Batista
JOINVILLE


Protesto reuniu poucas pessoas no Centro de Joinville
Integrantes da Frente de Luta pelo Transporte Público fizeram nesta quinta-feira um protesto contra o aumento da passagem de ônibus em Joinville. A mobilização aconteceu a partir das 18h na Praça da Bandeira, no Centro, e envolveu uma passeata pelas ruas 15 de novembro e Nove de Março, passando em frente à Passebus, empresa que administra o sistema de bilhetagem automática. Policiais militares estiveram presentes para fazer a segurança do grupo, mas nenhum incidente foi registrado.

Segundo o estudante André Neumann, 22, do MPL (Movimento Passe Livre), a principal reivindicação é para que o reajuste de 10,87% seja cancelado. “Queremos pressionar o prefeito para que o aumento seja revogado e, num segundo momento, iniciar a discussão sobre o atual modelo de transporte público na cidade, que precisa ser mudado”, comentou. “Estamos abertos para o diálogo, mas o governo não tem se mostrado aberto as nossas propostas”.

Para Kleber Tobler, 28, integrante do diretório acadêmico do curso de História da Univille, a ideia é também chamar a atenção da comunidade sobre a questão do transporte público. “O objetivo é unir a sociedade civil em torno da discussão do direito de ir e vir, propondo um novo sistema de transporte. Queremos conscientizar a população para uma escolha madura”, considerou ele, usando uma máscara com a foto do prefeito Carlito Merss para protestar.

Conforme os organizadores do protesto, esse é apenas o primeiro ato de luta contra o reajuste. Mais mobilizações estão programadas para acontecer, com a próxima marcada para terça-feira (11).

O aumento foi anunciado pela prefeitura no dia 30 de dezembro e passou a valer a partir da terça-feira (5), com base na variação do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) entre maio de 2009 e dezembro de 2010. O reajuste elevou o preço da passagem de R$ 2,30 para R$ 2,55, sendo que a compra embarcada passou de R$ 2,70 para R$ 2,90.

Fonte: ND Online

Mais de 100 pessoas participam de ato pela redução das tarifas em Joinville


Com a iminência de um temporal, em pleno dia 6 de janeiro, mais de 100 pessoas participaram do ato pela redução das tarifas do ônibus em Joinville nesta quinta-feira. O protesto ocorre pois o prefeito Carlito Merss (PT) concedeu um reajuste de quase 11% na tarifa, fazendo-a saltar de R$ 2,30 para R$ 2,55 e R$ 2,70 para R$ 2,90.

Como de praxe, empresários de ônibus lotaram os terminais com seguranças particulares, além, é claro, da presença da Polícia Militar.

O próximo ato da Frente está marcado para o dia 11 de janeiro, na praça da Bandeira. Mais informações em breve.

Dez cidades têm aumento de ônibus

06/01/2011
da Redação
O ínicio de janeiro foi marcado pelos reajustes nas tarifas dos ônibus municipais em dez cidades brasileiras. No primeiro dia do ano houve aumento em São Caetano (SP) e Diadema (SP). No domingo (2) passou a valer os novos valores das passagens no Rio de Janeiro e em Salvador (BA). Na segunda-feira (03) foram reajustadas as tarifas em João Pessoa (PB) e Santo André (SP). Na quarta-feira (5), Guarulhos (SP), Joinville (SC) e São Paulo (SP). Em Belo Horizonte (MG), o reajuste ocorreu no dia 29 de dezembro de 2010.
Além disso, há a previsão de aumento no valor da passagem de ônibus em Aracaju (SE), Curitiba (PR), Manaus (AM) e Natal (RN).
São Paulo passou a ter a tarifa mais cara do país. O reajuste na capital paulista foi de 11,11% e a passagem foi de R$ 2,70 para R$ 3,00. O percentual de reajuste estipulado pelo prefeito Gilberto Kassab (DEM) supera a inflação da cidade em 2010, que ficou em 5,83%, segundo cálculo da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).
Salvador, com o reajuste de 8,6%, que fez com que a tarifa subisse de R$ 2,30 para R$ 2,50, tornou-se a cidade com a passagem mais cara do nordeste.
Nas outras cidades os aumentos foram: de R$ 2,50 para R$ 2,80 em Diadema; de R$ 2,65 para R$ 2,90 em Guarulhos; de R$ 1,90 para R$ 2,10 em João Pessoa; de R$ 2,70 para R$ 2,90 em Joinville, no caso da tarifa comprada na hora do embarque; de R$ 2,35 para R$ 2,50 no Rio de Janeiro; de R$ 2,65 para R$ 2,90 em Santo André; e de R$ 2,30 para R$ 2,75 em São Caetano.
Em Belo Horizonte o reajuste médio foi de 6,5%. A capital mineira possui direfentes tarifas no sistema de transporte coletivo. A tarifa da maior parte das linhas de ônibus passou de R$ 2,30 para R$ 2,45. Outras tarifas foram reajustadas da seguinte forma: a de R$ 1,65 passou para R$ 1,75; a de R$ 0,55 para R$ 0,60; a de R$ 1,65 para R$ 1,75; e a de R$ 1,85 subiu para R$ 2,00.
Segundo Lucas Monteiro, militante do Movimento Passe Livre (MPL) de São Paulo, os reajustes regulares são fruto da lógica deste modelo de transporte vigente em nosso país, em que o usuário paga por um serviço que deveria ser público. “Enquanto o transporte for organizado como um negócio e não como um direito, os aumentos vão ocorrer todo ano”, protesta Monteiro.
Protestos
Os reajustes nas passagens dos ônibus geraram protestos de estudantes em Joinville, João Pessoa, Salvador e São Paulo.
Na capital baiana, estudantes protestam desde a segunda-feira (3) contra o aumento das passagens e pedem a redução da tarifa, o congelamento do valor anterior e a reativação do Conselho Municipal de Transporte.
Já na capital paraibana, um protesto ocorre nesta quinta-feira (06) em frente ao Paço Municipal, no centro da cidade. O objetivo é protestar contra o aumento e tentar reverter a situação.
Também nesta quinta-feira a Frente de Luta pelo Transporte Público realizará uma manifestação contra o reajuste das tarifas em Joinville. O ato ocorrerá às 18hs, na Praça da Bandeira, centro da cidade.
Em São Paulo, o MPL têm organizado ações desde novembro de 2010 e realiza nesta semana uma panfletagem para convocar a população para uma manifestação na próxima quinta-feira (13), às 17 hs, em frente ao Teatro Municipal de São Paulo.
Com a previsão de reajuste no preço das passagens em Aracaju, ainda sem data determinada para acontecer, a Associação dos Moradores e Comerciantes do Bairro Industrial articula com lideranças juvenis e moradores de diversos bairros da capital sergipana um movimento contra o aumento.
Aumentos previstos
Em Aracaju, as empresas de transportes pedem um aumento de 16,67% nas passagens dos ônibus, o que elevaria a tarifa de R$ 2,10 para R$ 2,45. O valor ainda está sendo discutido pelo Sindicato das Empresas em Transporte de Passageiros (Setransp) e a Superintendência de Transporte e Trânsito (SMTT).
A nova tarifa dos ônibus em Curitiba segue também em negociação, mas, de acordo o presidente da Urbanização de Curitiba S/A (Urbs), Marcos Isfer, o aumento das passagens pode ser considerado inevitável e deve ser estipulado a partir do dia 21 de janeiro.
No caso de Manaus o reajuste só deve ocorrer em abril ou maio, pois o cálculo do novo valor depende da compra de novos ônibus, processo que depende ainda da realização de licitação.
Já há um novo valor para as passagens dos ônibus de Natal, no entanto, não foi definida uma data para que ele passe a valer. O aumento será de 15% e fará com que o valor passe de R$ 2,00 para R$ 2,30.
TARIFAS JÁ REAJUSTADAS
Tarifa antiga
Novo valor
BAHIA
Salvador
R$ 2,30
R$ 2,50
MINAS GERAIS
Belo Horizonte (tarifa predominante)
R$ 2,30
R$ 2,45
PARAÍBA
João Pessoa
R$ 1,90
R$ 2,10
RIO DE JANEIRO
Rio de Janeiro
R$ 2,35
R$ 2,50
SANTA CATARINA
Joivinville
R$ 2,30
R$ 2,55
(compra antecipada)
R$ 2,70
R$ 2,90
(compra embarcada)
SÃO PAULO
São Paulo
R$ 2,70
R$ 3,00
Guarulhos
R$ 2,65
R$ 2,90
Santo André
R$ 2,65
R$ 2,90
São Caetano
R$ 2,30
R$ 2,75
Diadema
R$ 2,50
R$ 2,80
COM PREVISÃO DE REAJUSTE
AMAZONAS
Manaus
R$ 2,25
A definir
PARANÁ
Curitiba
R$ 2,20
A definir
RIO GRANDE DO NORTEA
Natal
R$ 2,00
R$ 2,30
SERGIPE
Aracaju
R$ 2,10
R$ 2,45

Dez cidades têm aumento na tarifa de ônibus

Brasil de Fato 

7 de janeiro de 2011 às 12:20h

Há também a previsão de reajuste nas passagens dos ônibus em Aracaju (SE), Curitiba (PR), Manaus (AM) e Natal (RN)
O ínicio de janeiro foi marcado pelos reajustes nas tarifas dos ônibus municipais em dez cidades brasileiras. No primeiro dia do ano houve aumento em São Caetano (SP) e Diadema (SP). No domingo (2) passou a valer os novos valores das passagens no Rio de Janeiro e em Salvador (BA). Na segunda-feira (03) foram reajustadas as tarifas em João Pessoa (PB) e Santo André (SP). Na quarta-feira (5), Guarulhos (SP), Joinville (SC) e São Paulo (SP). Em Belo Horizonte (MG), o reajuste ocorreu no dia 29 de dezembro de 2010.
Além disso, há a previsão de aumento no valor da passagem de ônibus em Aracaju (SE), Curitiba (PR), Manaus (AM) e Natal (RN).
São Paulo passou a ter a tarifa mais cara do país. O reajuste na capital paulista foi de 11,11% e a passagem foi de R$ 2,70 para R$ 3,00. O percentual de reajuste estipulado pelo prefeito Gilberto Kassab (DEM) supera a inflação da cidade em 2010, que ficou em 5,83%, segundo cálculo da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).
Salvador, com o reajuste de 8,6%, que fez com que a tarifa subisse de R$ 2,30 para R$ 2,50, tornou-se a cidade com a passagem mais cara do nordeste.
Nas outras cidades os aumentos foram: de R$ 2,50 para R$ 2,80 em Diadema; de R$ 2,65 para R$ 2,90 em Guarulhos; de R$ 1,90 para R$ 2,10 em João Pessoa; de R$ 2,70 para R$ 2,90 em Joinville, no caso da tarifa comprada na hora do embarque; de R$ 2,35 para R$ 2,50 no Rio de Janeiro; de R$ 2,65 para R$ 2,90 em Santo André; e de R$ 2,30 para R$ 2,75 em São Caetano.
Em Belo Horizonte o reajuste médio foi de 6,5%. A capital mineira possui direfentes tarifas no sistema de transporte coletivo. A tarifa da maior parte das linhas de ônibus passou de R$ 2,30 para R$ 2,45. Outras tarifas foram reajustadas da seguinte forma: a de R$ 1,65 passou para R$ 1,75; a de R$ 0,55 para R$ 0,60; a de R$ 1,65 para R$ 1,75; e a de R$ 1,85 subiu para R$ 2,00.
Segundo Lucas Monteiro, militante do Movimento Passe Livre (MPL) de São Paulo, os reajustes regulares são fruto da lógica deste modelo de transporte vigente em nosso país, em que o usuário paga por um serviço que deveria ser público. “Enquanto o transporte for organizado como um negócio e não como um direito, os aumentos vão ocorrer todo ano”, protesta Monteiro.
Protestos – Os reajustes nas passagens dos ônibus geraram protestos de estudantes em Joinville, João Pessoa, Salvador e São Paulo.
Na capital baiana, estudantes protestam desde a segunda-feira (3) contra o aumento das passagens e pedem a redução da tarifa, o congelamento do valor anterior e a reativação do Conselho Municipal de Transporte.
Já na capital paraibana, um protesto ocorre nesta quinta-feira (06) em frente ao Paço Municipal, no centro da cidade. O objetivo é protestar contra o aumento e tentar reverter a situação.
Também nesta quinta-feira a Frente de Luta pelo Transporte Público realizará uma manifestação contra o reajuste das tarifas em Joinville. O ato ocorrerá às 18hs, na Praça da Bandeira, centro da cidade.
Em São Paulo, o MPL têm organizado ações desde novembro de 2010 e realiza nesta semana uma panfletagem para convocar a população para uma manifestação na próxima quinta-feira (13), às 17 hs, em frente ao Teatro Municipal de São Paulo.
Com a previsão de reajuste no preço das passagens em Aracaju, ainda sem data determinada para acontecer, a Associação dos Moradores e Comerciantes do Bairro Industrial articula com lideranças juvenis e moradores de diversos bairros da capital sergipana um movimento contra o aumento.
Aumentos previstos – Em Aracaju, as empresas de transportes pedem um aumento de 16,67% nas passagens dos ônibus, o que elevaria a tarifa de R$ 2,10 para R$ 2,45. O valor ainda está sendo discutido pelo Sindicato das Empresas em Transporte de Passageiros (Setransp) e a Superintendência de Transporte e Trânsito (SMTT).
A nova tarifa dos ônibus em Curitiba segue também em negociação, mas, de acordo o presidente da Urbanização de Curitiba S/A (Urbs), Marcos Isfer, o aumento das passagens pode ser considerado inevitável e deve ser estipulado a partir do dia 21 de janeiro.
No caso de Manaus o reajuste só deve ocorrer em abril ou maio, pois o cálculo do novo valor depende da compra de novos ônibus, processo que depende ainda da realização de licitação.
Já há um novo valor para as passagens dos ônibus de Natal, no entanto, não foi definida uma data para que ele passe a valer. O aumento será de 15% e fará com que o valor passe de R$ 2,00 para R$ 2,30.
*Matéria publicada originalmente no Brasil de Fato

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Ao aumento da passagem, vamos dizer Não!

O sistema capitalista vigente nos faz crer que moradia, saúde, educação, alimento e transporte são dádivas que o governo e a burguesia nos oferecem. Assim como também, crer que forma alguma isso seria nosso por direito.
Pois, então conto para aqueles que ainda não sabem, ou não acreditam que isso é direito nosso, não porque esta na Constituição de 88 e nos direitos humanos, e sim porque trabalhador é você quem move este sistema, não há riquezas e lucros exorbitantes sem teu trabalho árduo, logo é teu direito por excelência ter casa, comida, saúde, educação e transporte de qualidade.
Pergunto-te: quem ganha com o aumento da passagem? O PATRÃO
O dinheiro do aumento não vai para os trabalhadores com um aumento de salário; não vai para manutenção dos veículos; não vai o aumento de frotas (importante lembrar que há somente poucos ônibus que super lutam em poucos horários).
Este aumento prejudica apenas o trabalhador que precisa se manter e também sua família, ou será que os filhos do trabalhador não pagam passagem?
Não podemos esquecer-nos dos trabalhadores que são demitidos, tendo em vista que os empresários não vão arcar com um aumento nos custos, e acabam por escolher empregados que moram próximo ao serviço ou que usam apenas uma linha de ônibus para ida e volta, com o único objetivo de sempre reduzir custos, afinal quando se trata de redução de custos, este nunca será nos altos lucros dos patrões.

Por isso trabalhadores e estudantes una – manos contra este aumento absurdo que só beneficiará os empresários e prejudicará a todos nós!

Somente a luta e a mobilização mudam efetivamente nossas vidas!


Priscila Goulart dos Santos
A verdadeira justiça é sinônimo de luta”
Diretório Acadêmico da Faculdade de Educação da UFRGS - DAFE/UFRGS - Gestão 2010/11 - Lutar Também é Educar.
Construindo a Assembléia Nacional dos Estudantes Livre ANEL